O seu direito vai até onde o direito do outro começa!!

Ultimamente ouvimos notícias de revoltas e protestos. Em muitos deles, que não são na sua grande maioria pacíficos, assistimos diversas cenas de violência, contra pessoas e contra o patrimônio público e privado.
Ficamos temerários até mesmo de circular pelas ruas e sofremos, ainda que indiretamente, os reflexos desses protestos que se mostram desmedidos e extremamente violentos. Tais atitudes, na minha opinião, prejudicam o protesto, pois perde a razão e o poder de argumentação de seus objetivos. Muitos defendem que se não for esta a forma de reivindicação, não será dada a atenção ao pedido e a “bandeira” levantada. Infelizmente, é fato, que a voz do povo é pouco valorizada, o que estimula a adoção de uma “estratégia” mais revolucionária.images

Porém, vejo que toda essa revolta recebe cobertura da mídia e chama a atenção das autoridades e do Mundo, sem refletir, no entanto, um resultado positivo. Obtem-se a busca de responsáveis pelos danos ocasionados e deixa-se de lado o foco principal – que a razão de toda essa movimentação. Até mesmo alguns de nós, que muitas vezes concordamos com o motivo e pedido da manifestação, deixa de apoiar pelo método adotado.
Além disso, em todos esses acontecimentos, ocorre a violação de outros direitos. O direito de todo cidadão ir e vir, de poder circular por algumas vias públicas, de preservar seu patrimônio e não tê-lo danificado, de ter respeitada a sua opinião, enfim…direitos básicos que todo e qualquer cidadão tem.
E nada mais claro, simples e plenamente aplicável do que essa máxima: “o seu direito vai até onde o direito do outro começa! “ E pra entender essa regra, não precisa ser um grande estudioso do Direito. Todo e qualquer cidadão compreende e é capaz de pôr em prática. Além disso, para aplica-la basta respeitar o espaço do outro e tratá-lo como um igual. Os direitos são de toda e qualquer pessoa, independentemente, de classe social, profissão, cargo que ocupa. É claro que essa é uma realidade que nos parece distante, mas depende mais dos atos de cada um de nós, do que propriamente das autoridades.

Se cada um agir dentro do seu direito e respeitar o próximo, não são necessárias a criação de inúmeras leis prevendo penalidades e nem mesmo, de órgão de fiscalização e de poder coercitivo. Vale relembrar aqui os valores éticos e o poder do exemplo, e que CADA UM PODE E DEVE FAZER A SUA PARTE!!!

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